terça-feira, 29 de setembro de 2015

Refletindo!

Quero acordar...

Oi gente, sumi, não é?!! Pois é, a vida nos prega peças, nos envolvemos nessas e acaba assim cada um no seu cantinho, na sua solidão, no seu limite... Mas temos que fazer alguma coisa...
Outro dia estava lendo uma reportagem, sobre pessoas que têm abandonado tudo e partido em busca de uma vida mais tranquila. Grandes executivos abrindo mão de tanto luxo e conforto para ter o luxo da família, do sossego e da paz interior. Que luxo!
Fico  a pensar: como fazer? De onde começar? Quando saber a hora? Quando entender que dar a volta, desistindo do modelo padrão não é fraqueza e sim despertar?
Despertar para um novo reiniciar da vida, para uma nova fase repleta de atropelos,  crenças que serão desfeitas, padrões reestruturados, enfim; com mais sorrisos,  abraços, tempo para ouvir, refletir e opinar com a mente aberta e o coração pronto; tempo para nós mesmos, para ouvir os pássaros, para fazer compras do realmente necessário sem o embalo da onda, para plantar a horta tão adiada, para iniciar a caminhada matinal, o cochilo da tarde, para cultiva/cativar os verdadeiros amigos... Tempo para respirar e realmente ver a cor do mundo...a cor da vida.
Sinto correr em minha pele a energia do necessário, o pulsar do urgente, a respiração ofegante da necessidade que se aproxima... Saberei sim a hora de parar, só não quero que ela me leve antes de eu acordar.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Demorei,  mas voltei! Sabe... passei por alguns desafios que me tiraram de órbita por algum tempo. Trabalho muito comigo para internalizar no meu dia a dia que tudo nesta vida existe para nos levar a evolução... mas confesso que tem hora que é duro colocar este ensinamento em prática e dói...dói... dá revolta...cresce uma mistura de sentimentos...ufa! Muito confuso e até difícil!  Pior ainda quando estes acontecimentos, mexem na sua vida pessoal, afetiva e profissional transformando-a em um turbilhão.
Passou...mas ainda dói um pouco... mágoas passam e sei que esta também vai passar e deixar um enorme fortalecimento em meu ser.
Cada dia mais amadurece em mim a certeza de que profissão de educador em nosso país não é só desvalorizada porque o governo não tem interesse em educar verdadeiramente o povo, em politizar a nação, mas principalmente por que não sabemos lidar com o educador profissional. Vemos ainda o educador continuidade do lar, o cuidador de crianças... aquele que escolheu a profissão para dar continuidade ao lar...
Enquanto pensarmos pequeno assim, seremos o que somos, viveremos o que vivemos. Somos profissionais como qualquer outro e com um detalhe enorme de que qualquer outro para ser um profissional tem que passar pelo nosso caminho, seja ele presencial ou virtual. Que venham todas as tecnologias, mas somos sim insubstituíveis.
Afinal, quem educará o verdadeiro ser humano para criar / produzir / trazer a tecnologia?
            Temos que nos fazer referência para qualquer profissão. Temos que acreditar na nossa importância, porque na capacidade acreditamos, ou então não estaríamos dentro de salas de aula, fazendo acontecer o improvável, o mágico... Educar para saber interpretar a vida, para saber se comportar diante dos desafios, educar para ser .
            Depois de tudo que já vivi nas salas de aula, nas instituições que trabalhei, hoje tenho uma certeza...Cada dia mais vou acreditar em mim, cada dia mais vou colher os frutos do meu trabalho, vou exigir respeito pela minha escolha de educar o mundo. Nenhuma instituição que não saiba verdadeiramente identificar e conduzir com maestria a minha real importância como educador,
 poderá ter o prazer de me ter em seu corpo docente. Sei que será difícil pois, a maioria ainda não evoluiu o bastante para isso, mas se acredito eu posso...eu consigo.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ser Educador...Por quê?



         Muitas vezes me pego perguntando: “Por que com tantas profissões para escolher fui escolher ser educadora?” Confesso que nem sempre encontro a resposta.
Será por que o educador tem o privilégio de estar em contato constante com os maiores representantes da vida – as crianças/os jovens... Pode ser...
Mas ganhamos tão pouco e trabalhamos tanto... Por quê? Cadernos para corrigir, provas para elaborar e corrigir (com o detalhe de que temos que ser o mais justo possível, afinal ela aprova ou reprova... não somos médicos, mas é uma vida em nossas mãos), projetos a elaborar e executar; diários de papel; diários eletrônicos; reuniões; planejamentos... enfim um grande ritual... Será que viciamos e não conseguimos mudar?
Lidamos com pelo menos 20 famílias de criação diferenciada, com costumes /crenças/manias e vivencias próprias... e temos que nos contorcer entre elas, fazer o meio de campo... a diplomacia... Como ninguém agrada a todos pelo menos 5% ainda sai insatisfeito, mas fazer o que...  Será que esta surpresa, constante, esta adrenalina é que nos sustenta?
O sorriso sincero, o choro doído, o abraço na chegada, os bilhetinhos de carinho; as declarações de amor que surgem do nada no meio do trabalho; o reconhecimento e o respeito dos 95% das famílias... Será este fortalecimento da alma o responsável pela escolha?
Mas também temos os atrevimentos, as respostas grosseiras, as pirraças, os pequenos “dramas” para chamar atenção; a incompreensão dos pais que muitas vezes nos ameaçam nos perseguem a troco de nada, nos atropelam com sua arrogância... Mas aí tudo passa e vem a lembrança daquele sorriso cúmplice, daquele elogio que cai em nosso dia sem nos avisar... E toda mágoa se desfaz... Será esta capacidade de dar novo sentido a tudo que nos prende à profissão?    
Algumas vezes somos a aversão, mas na maioria somos o colo amigo, a firmeza necessária, a compreensão que faltava, o porto seguro, a confidente confiante, a conselheira... Seriam estas funções intrínsecas ao cargo a razão da escolha?
Mesmo conseguindo descrever as conjecturas da profissão, confesso que se pensar bem ajuntarei tudo e justificarei que apesar dos percalços, somos a mais importante das profissões, pois damos origem a todas as outras. Como gosto de ser útil e participativa acredito que encontrei a justificativa.

Parabéns a todos os colegas que comungam desta ideia.
Dia 15 de outubro nosso dia... Parabéns!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Olhe eu aqui de volta!!! Demorei mas voltei com uma reportagem muito legal que recebi de uma grande amiga.
Belo artigo e porque não dizer conselho! Me surpreendeu!
SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos
dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é ser discreto.

Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!
e mais chic ainda é acreditar em Jesus como seu Salvador!


Investir em conhecimento pode nos trazer cultura... mas, sabedoria só vem da palavra de Deus, isto é da Bíblia!  Amor e Fé nos tornam humanos! Caminhar com Jesus nos tornam mais próximos Dele!!! 


GLÓRIA KALLIL

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Vale a pena refletir...

Gente, tristemente espetacular...

Quino, autor da Mafalda, desiludido com o rumo deste século no que diz respeito a valores e educação, deixou impresso no cartoon o seu sentimento:
A genialidade do artista faz uma das melhores críticas sobre a criação de filhos (e educação) nos tempos atuais.

domingo, 5 de junho de 2011

Criatividade

Recebi um email de uma grande amiga e achei o máximo!
Vejam,
Dia Internacional das Pessoas Perturbadas.
Interessante....







Nao me importo se você lambe as janelas, ande num ônibus especial ou então, ocasionalmente voce se comporta como um louco...
Mas aguente, porque você é especial

A cada 60 segundos que você passa com raiva, contrariado ou louco, equivale a um minuto de felicidade que você perde.

A mensagem de hoje é:

a vida é curta,

quebre as regras,
perdoe rapidamente,
beije lentamente,
ame verdadeiramente,
ria sem controle

E nunca se arrependa de coisa alguma que te faz sorrir.
A vida pode não ser uma festa que sempre esperávamos, mas enquanto estamos aqui devemos dançar e curtir a VIDA agradecidos a DEUS pelo que temos, pelo que somos, pelo que conquistamos e por aquilo que ainda conquistaremos!!!!
ABRAÇOSSSSSSS!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Emoções que ficam...

Olá, demorei, mas voltei! Semana passada foi uma semana repleta de emoções... sentimentos que se misturaram... emoções que se atropelaram... Foi muito bom!!! No dia 25 de Maio às 05 horas da manhã nasceu a amada Bruna. Sabem, a família do lado paterno é muito pequena. Quatro irmãos, que hoje estão do outro lado se fortalecendo para retornar, que deixaram cinco filhos, dois aqui e três em Brasília. Nós dois daqui, agora estamos mais sintonizados, pois a vida nos levou a isso, graças a Deus. As três de Brasília são muito unidas, pois além de irmãs, são guerreiras. Nós tentamos da nossa maneira manter a energia positiva fluindo, então quando renasce em nosso meio, mais um espírito, ficamos extremamente felizes. Bruninha, no dia do seu nascimento, a dindinha Maureem me acordou com a mensagem, às 23 horas e 40 min., quem disse que eu dormi direito, queria saber se já tinha nascido como você era... Que ansiedade!!! Nossa, e foi emocionante quando vi sua primeira fotinho, chorei feito uma babona... rsrsrs  (só não posto por que é pessoal e seus pais é que devem postar) Ela virou descanso de tela do meu Lap... Que linda... Que boquinha dengosa... Que carinha de anjo... Obrigada Deus por este presente.
Ah, vocês acham que as emoções pararam por aí? Não pararam. Na quarta –feira, no dia do nascimento da Bruninha, já era niver da Michaella (prima do lado paterno, filha do meu primo aqui de BH), fomos todos para o parque no shopping Del Rey e depois comemos deliciosas pizzas no sanduíche do Gordinho (do meu primo). Foi muito bom estar ali e fazer parte daquele momento...impagável! Todos nós adoramos!. Obrigada!
Mas as emoções da semana não paravam por aí, Marcelo recebeu a notícia de que precisava comparecer a uma empresa onde já havia feito entrevista. Isto foi na quinta-feira à tarde. À noite veio a tão esperada recolocação profissional. Isso mesmo, meu amor recolocou-se profissionalmente. Ele e todos nós, mas principalmente ele, precisávamos disso. Ele parecia que tinha renascido... eu confesso que estava tão sofrida com tudo que não sabia se sorria ou se chorava. Peguei-me algumas vezes chorando, afinal por pior que fosse o desemprego dele, ficamos mais juntinho, ele se tornou mais companheiro do que já era... e agora alem dele voltar a trabalhar ainda será distante, sem hora para chegar em casa... Enfim, o normal medo de sair da zona de conforto. Não me achem egoísta... Sou um ser humano normal, passível de pequenos atos...
Sei que vamos superar tudo e que será uma experiência em prol da nossa evolução. Estes quase nove meses geraram sofrimento, angustia frustração... mas com certeza o tempo nos mostrará que não foi em vão, que crescemos... Já percebemos a amplitude da nossa cumplicidade, a quebra de algumas resistências em relação aos obstáculos impostos pela vida... enfim, obrigada Deus / Jesus / anjos guardiões e a todas a s pessoas que acreditaram que pediram por nós... Obrigada! Vocês fazem parte desta nossa nova conquista/etapa.